
O júri foi composto por um representante de cada entidade abaixo:
• SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL;
• IBAMA;
• CETESB;
• SINDIPEÇAS;
• UNIVERSIDADE;
• IMPRENSA;
• DIRETORIA TÉCNICA DA AEA.
Os prêmios foram entregues durante o 11º jantar anual de Meio Ambiente da AEA, no Espaço Rosa Rosarum,
As menções honrosas foram para “Aneis de Pistão de Baixo Atrito”, de André Ferrarese, Mahle Metal Leve; “Motor Fire
Na categoria Tecnologia Diesel, as menções honrosas foram para “Filtros ecológicos”, de Nicolle Imgärtchem e André Ferrarese, da Mahle Metal Leve; “Filtro separador Diesel Pro”, de Waldemar Brandi Jr. e Benjamin Ott, de Cummins Filtro; e “Desenvolvimento local de soluções em pós-tratamento para HDD”, de Alan Arnhen, Cláudio Furlan e Edson Pai, da Umicore Brasil.
Três menções honrosas na categoria Responsabilidade Social: “Formare – transformação sócio-ambiental”, de Bruno Justi, da MWM International; “Centro Volvo Ambiental”, de Anaelse Oliveira, Volvo do Brasil; e “Cidades sem fome/hortas comunitárias”, de Hans Temp, da Organização Sem Fome.
E, finalmente, na categoria Imprensa, mais três trabalhos receberam menções honrosas: “A hora e a vez dos híbridos”, de Eduardo Aquino, de Estado de Minas; “Menores e Melhores”, de Renata Viana de Carvalho, da revista Auto Esporte; e “Inspeção vai exigir reciclagem de veículos nos país”, de Guilherme Manechini e Murillo Camarotto, ambos do jornal Valor Econômico.
A divulgação dos trabalhos vencedores será através do site da AEA, disponível no link que segue abaixo:




A Doutoranda Maria Regina Moroun (Carioca) e o Doutorando Martin (Alemão) estiveram, no período de 31 de maio a 02 de junho/2009, visitando comunidades rurais do Município de Teixeira e Maturéia que contaram ou contam ainda com o apoio do CEPFS. O objetivo da visita foi conhecer experiências que os agricultores e agricultoras estão desenvolvendo que se revestem de estratégias de empoderamento para a convivência com os efeitos das mudanças climáticas. No decorrer das visitas algumas conclusões foram sendo extraídas, dentre elas, a de que a região semiárida já conta com muitas experiências de adaptação as mudanças climáticas que podem constituir uma grande e importante rede de intercâmbio; a região semiárida conta com uma diversidade imensa, não só do ponto de vista da biodiversidade, mas, também, de potenciais que podem ser otimizados gerando reais possibilidades de vida sustentável para essa e futuras gerações; as experiências das comunidades evidenciam que os programas e projetos que queiram contribuir, efetivamente, com o desenvolvimento sustentável da região jamais devem adotar procedimento de imposição, mas, pelo contrário devem estimular o protagonismo dos cidadãos e cidadãs como atores sociais capazes de influenciarem mudanças na realidade onde estão inseridos, a partir dos potenciais e oportunidades locais. Esse último aspecto foi bastante evidenciado nas experiências visitadas, revelando, portanto, que o segredo da eficácia de ações para a construção do um novo paradigma de desenvolvimento está, sem sobra de dúvida, na efetiva participação daqueles que serão de fato e de direito os verdadeiros beneficiários. Sem sombra de dúvida, foi uma satisfação para as comunidades rurais: Fava de Cheiro, Poços de Baixo e Riacho Verde – Teixeira e Monte Belo e Riacho das Moças – Maturéia na media que se deram conta que estão contribuindo com inspirações para projetos e programas que possam, efetivamente, contribuir com a construção de um novo paradigma de desenvolvimento para a região semiárida.