segunda-feira, 12 de março de 2012

CEPFS CONCLUI CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS EM COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE TEIXEIRA – PB

O Centro de Educação Popular e Formação Social – CEPFS, concluiu no período de 06 a 09 de março, a construção de 15 cisternas com sistema de boia para lavagem do telhado e bomba trampolim. Nesta última etapa de construção foram instaladas todas as bombas trampolim das 15 cisternas e afixadas placas com informações das entidades executaras e financiadoras. Essa tecnologia permite um manejo adequado através de um processo de sucção do precioso líquido sem contato direto com a água. A construção dessas cisternas é parte do projeto Convivência com a Realidade Semiárida, Promovendo o Acesso a Água, Solidariedade e Cidadania, apoiado pelo Fundo Finlandês de Cooperação Local da Embaixada da Finlândia no Brasil, em parceria com a agência de Cooperação da Igreja Católica da Irlanda Trocaire. Nesta etapa foram beneficiadas diretamente 15 famílias, com mais de 70 pessoas, de 09 comunidades do município de Teixeira, assim distribuídas: Santo Agostinho (3); Poços (3); Coronel (2); Serra Verde (2); Catolé dos Machados (1); Catolé da Pista (1); Riacho Verde (1); Fava de Cheiro (1) e Guarita (1). Considerando o objetivo que é propiciar melhores condições de vida das famílias a partir do acesso a água de qualidade para o consumo humano, fica evidente a satisfação dessas famílias. Quando da aposição das bombas trampolim, representantes das famílias, sobretudo, as mulheres, explicitaram sua alegria em já está consumindo água captada pelas cisternas com as primeiras chuvas caídas na região. só sabe o que é ter uma cisterna em casa quem a possui. Eu tinha vergonha de oferecer um copo de água para uma visita, hoje me sinto bastante a vontade para fazer isso, porque sei que estou ofertando uma água de boa qualidade”, esse foi o relato da Sra. Ana Cláudia da comunidade Catolé da Pista, quando do momento da instalação da bomba trampolim. O fortalecimento dos Fundos Rotativos Solidários é outro objetivo deste projeto. Espera-se que nas comunidades onde tiveram famílias beneficiadas, possa haver o fortalecimento dessa dinâmica e, conseqüentemente, haja maiores e melhores condições, por meio da solidariedade entre as famílias, para possíveis soluções das fragilidades, hora reaplicando a experiência em famílias que ainda não tem, hora dinamizando a organização comunitária para buscar novos apoios a partir do referencial que vem sendo construído, nos últimos anos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CEPFS É FINALISTA DE MAIS UM PRÊMIO!

O Centro de Educação Popular e Formação Social - CEPFS é um dos 10 finalistas do Prêmio Generosidade da Editora Globo. Veja:

http://www.projetogenerosidade.com.br/2012/02/27/conheca-os-10-finalistas/

É mais uma conquista importante, fruto da ação das famílias e comunidades com o apoio do CEPFS e parceiros. Mais uma vez o nome de Teixeira e outros municípios onde o CEPFS atua estarão no cenário nacional, por um motivo bom, com possibilidades de aplausos.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

P1MC e o uso da água: entre conquistas e conflitos

11/01/2012

FOTO: MAÍRA GAMARRA


Por Luzineide Dourado Carvalho









Água e território no semiárido brasileiro é uma relação de territorialidade e de contradições. A maneira interativa e de convivência com os regimes de signos, códigos e alternâncias da natureza marca a relação do sertanejo com as condições de viver e sobreviver em um vasto território configurado pela irregularidade de chuvas. O sertanejo aprende desde cedo a lidar com esse ciclo natural, e nele viver “entre o excesso e a escassez da água a produção de processos subjetivos” (DE MARCO, 2003, p. 10)1. Ou seja, viver a escassez ou o excesso é a condição da existência no sertão semiárido e nessa temporalidade organizar a vida neste ambiente. Entretanto, a presença da seca gerou a conotação de natureza hostil. Comunicadas e representadas de forma estereotipada, negativa e pejorativa de dizer e de apresentar o território, a natureza e as gentes do sertão semiárido.


Compreendida como ‘catástrofe’, a seca tem gerado retóricas de fatalidade climática, cujas intervenções do Estado reordenaram o território Semiárido ao longo do século XX por ações de correção hídrica denominada de ‘política de combate à seca’. A transição para o século XXI surgem novos atores sociais para a produção e organização desse território, com agenciamentos e arranjos produtivos da nova fase de intervenção estatal em consonância com a economia globalizada.

O Semiárido Brasileiro do século XXI ainda é demarcado pela forte exclusão social, mas, por outro lado, por um crescente posicionamento crítico e propositivo da sociedade civil. A experiência das lutas contra a pobreza e as injustiças sociais promove desde final dos anos de 1980 uma pressão para a democratização e o controle social dos programas de desenvolvimento por meio de importantes redes, tais como a Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA).

A Reforma Hídrica promovida pela ASA parte-se do pressuposto ético que a água é uma necessidade básica de todos os seres vivos: “É um direito fundamental da pessoa humana” (ASABRASIL, 2005)2. A ASA considera que somente através de um programa de aproveitamento racional das águas disponíveis possa oferecer segurança hídrica à população do Semiárido. Ao longo da história política do Brasil/Nordeste, a água foi usada como símbolo da manipulação eleitoreira. Sua oferta diretamente associado a um modelo de desenvolvimento excludente e desvinculado de desenvolvimento rural integrado e sustentável e das reais necessidades da grande parcela de sua população, caracterizada por agricultores familiares. A opção pelas águas das chuvas, pela ASA, como fonte disponível e acessível, parte de uma contextualização das características das bacias hidrográficas do Semiárido, e da consideração de que os grupos humanos se assentam, em grande parcela, no meio rural e vivem da agropecuária tradicional.

Democratizar o acesso e uso da água direciona-se ideologicamente à desconstrução da apropriação sócio-política desse recurso, bem como superar um quadro de iniquidade social ainda vigente: A parcela da população mais afetada é a faixa de 0 a 17 anos; 42,12% da população não tem rede geral e esse percentual aumenta no meio rural para 75% da população, sem acesso direto à água, pois não tem poço ou nascente na propriedade (GOMES FILHO, 2003)3.

O P1MC é desenvolvido no contexto das ações de mobilização comunitária, reeditando o mutirão, uma prática tradicional de cooperação entre os agricultores familiares; forte investimento na capacitação técnica, ofertando cursos de manejo com a água da cisterna e fortalecer o controle da sociedade civil nas ações sustentáveis para o conjunto de municípios e centenas de comunidades rurais dos Estados do Semiárido. Com sua metodologia participativa, já são mais de 624 reuniões microrregionais envolvendo 19.553 participantes; 273.104 famílias capacitadas; 6.397 comissões municipais também capacitadas, além de multiplicadores em GRH, gerentes administrativos, construtores de bombas manuais etc(ASABRASIL, 2010)4. A gestão do P1MC vai desde a escala local, com as organizações de base, até a escala nacional, com a atuação da Coordenação Executiva da ASA.

Carvalho (2010)5 identificou algumas mudanças na cotidianeidade das famílias rurais com a presença da cisterna na suas vidas, de ordem material e subjetiva, em especial, em relação à vida da mulher sertaneja: Elas têm sido impactadas positivamente, pois as cisternas as libertam de uma tarefa árdua para suas vidas, e com tempo mais livre, dedicam-se à aprendizagem de outras tarefas, a se inserirem em atividades sócio-produtivas comunitárias, bem como, se qualificarem, participarem de intercâmbios de trocas de conhecimentos, tornarem-se lideres comunitárias etc. Na vida dos homens, esses adquirem novas profissões no rural, como tornar-se um pedreiro executor ou capacitador do P1MC. No geral, as cisternas mudam a vida de toda família, que passa a desenvolver atividades de ampliação de renda em projetos sócio-produtivos agregando o valor social aos produtos territorializados beneficiados por essas famílias (doces, geléias, polpas de frutas nativas da Caatinga, biscoitos etc).

A ‘cultura da convivência’ que se forma em torno da relação interativa natureza e cultura, cujos processos educativos contextualizados abrem-se as possibilidades para emergir outra/nova linguagem de mundo, e no qual, os sujeitos podem perceber e reconhecer sua existência, reorientarem suas atitudes para o uso ecocentrado dos recursos naturais, com respeito e sem levá-los à exaustão; uma articulação do saber popular com o saber sistematizado/técnico/acadêmico, criando novas oportunidades para que os sujeitos aprendam/reaprendam habilidades pelo uso e manejo das tecnologias sociais voltadas para a criação, produção e organização comunitária a partir das demandas e potencialidades existentes. E funda a lógica ‘do guardar’ a água. Como retrata um trecho da música “Água de Chuva” (MALVEZZI, 2008)6: “Colher a água, reter a água, guardar a água quando a chuva cai do céu. Guardar em casa, também no chão e ter a água se vier à precisão”.

A cisterna é hoje, responsável pela elaboração de novos comportamentos, novas cotidianeidades e novas territorialidades no sertão semiárido. A água da chuva, agora, disposta ao lado das casas é uma água valorizada pelo sertanejo, pois este diz: “Uma água abençoada e guardada para beber”.

Certo que o P1MC ainda não equacionou as demandas de água potável para as populações rurais do Semiárido, mas se coloca como um Programa que atua diretamente na situação de necessidade e vulnerabilidade dessas populações. No entanto, ele se desenvolve dentro de um campo conflituoso, pois há diferentes modelos de desenvolvimento em disputa no Semiárido. A água, a terra e a biodiversidade da Caatinga disponíveis, mais do que nunca, são territórios visados para a apropriação capitalista. Tais embates colocam os sertanejos em posição de luta em defesa desses territórios, considerados pelos mesmos como suportes para sua produção material e simbólico-cultural no mundo.

Enquanto Programa, o P1MC é dependente do interesse das gestões públicas manterem ou não seu apoio. Tal aspecto repercute na atual gestão federal, ao cancelar seu apoio à ASA para sua continuidade, repassando para a responsabilidade das gestões públicas estaduais a construção das cisternas. Isso coloca em dúvida todo o processo de articulação e de mobilização em rede proposta pela ASA.

Muito mais do que se pensa ser o P1MC uma ação pontual e emergencial, ele é uma ação transformadora e desencadeante de novas demandas e movimentos para que o acesso e o uso democrático da água passem a ser postos em prática como políticas públicas contextuais, no Semiárido e outros territórios, marcados pela exclusão e desconsideração sóciopolitica.


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1 DE MARCO, Giovanna. Água e processos subjetivos. 2003. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica). Pontifica Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, 2003

2 ASABRASIL. Conhecendo o Semiárido: aspectos da proposta política de convivência com o semiárido. Recife (PE): ASABRASIL, 2005.

3 GOMES FILHO, José Farias. Crianças e Adolescentes no Semiárido Brasileiro. Recife/PE: UNICEF, 2003

4 ASABRASIL. ARTICULAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO. Construindo futuro e cidadania no semiárido. Publicação comemorativa 10 anos ASA. Recife (PE): ASABRASIL, 2010

5 CARVALHO, Luzineide Dourado. Ressignificação e Reapropriação Social da Natureza: Práticas e Programas de ‘Convivência com o Semiárido’ no Território de Juazeiro (Bahia). 2010. Tese (Doutorado em Geografia). Universidade Federal de Sergipe. Núcleo de Pós-Graduação em Geografia/NPGEO. São Cristóvão, Sergipe, 2010.

6 MALVEZZI, Roberto. Água de Chuva. Intérprete: Nilton Freitas, Roberto Malvezzi, Targino Gondim.In: Belo Sertão: a convivência com o semi-árido através da música:Compact disc digital áudio, 2008. CD. Faixa 03

Drª em Geografia -UNEB/DCH III/NEPEC-SAB | luzidourado@hotmail.com

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Verso “Dilma porque você acabou o que vinha dando certo”?

Sentimentos expressados por um agricultor experimentador que, também, é uma liderança comunitária sobre o rompimento da parceria do MDS com a ASA Brasil:

Verso “Dilma porque você acabou o que vinha dando certo”?


A Caminhada vem de tão longe;

Fazendo tudo concreto;

Até transformou o que era deserto;

O que era longe ficou perto;

Dilma porque você acabou;

O que vinha dando certo.


O povo vivia no sufoco;

Tudo era descoberto;

Hoje tem alegria;

Tem um teto onde acolhe;

Os filhos e os netos;

E todos que estão por perto;

Dilma porque você acabou;

O que vinha dando certo.


As mulheres se levantavam a meia noite;

Para ir buscar água distante;

Pois Sofria muito e não dava;

Para fazer a luta de casa;

Tudo era incompleto;

Hoje elas têm descanso;

Pois a água é bem perto;

O que faltava ficou fértil;

Dilma porque você acabou;

O que vinha dando certo.


Raimundo Arruda de Andrade

Presidente da Associação Comunitária da Comunidade Catolé da Pista – Teixeira - PB

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Governo Federal rompe Parceria com a ASA, com o P1MC e com o P1+2

Prezados Companheiros e Companheiras,

Gostaríamos de informar que ontem a coordenação da ASA foi convocada para um reunião com o MDS em Brasilia e o desfecho final foi o comunicado de que o Governo Federal não mais fará parceria com a ASA através da AP1MC, que sua estratégia é fazer as ações do Água para Todos pelos estados e municípios, negando uma caminhada de mais de 8 anos, onde a ASA não só apenas construiu o P1MC e o P1+2, como uma nova perspectiva de empoderamento das famílias e por conseguinte, protagonista da construção da politica pública de acesso a água que hoje o MDS executa.

O que o governo Dilma está propondo é apagar uma das mais belas e exitosas experiências de participação social e construção de cidadania pelos os que sempre foram marginalizados, mas, tomaram a história em suas mãos e trouxeram para o centro do debate, o conceito e as iniciativas de convivência com o Semiárido.

Enquanto rede, precisamos nos articular nos estados e municípios num movimento que dê conta de visibilizar para o governo a estratégia errônea, injusta e desrespeitosa que vem tratando a ASA a sociedade civil organizada do Semiárido brasileiro, que apesar de todos os relatórios recentes favoráveis da CGU, TCU e depoimentos públicos da Secretaria Executiva da CGU de que a ASA é uma das experiências mais exitosas em gestão de recursos públicos no país.

Nós, que terminamos o ano de 2010 com o reconhecimento público do governo brasileiro, recebendo das mãos do presidente Lula o prêmio de Direitos Humanos na linha de enfrentamento da pobreza, somos agora surpreendidos com a posição do governo Dilma de que a ação da ASA não é mais estratégica.

A posição do governo brasileiro na reunião de ontem foi clara: não tem mais interesse em continuar apoiando o P1MC e o P1+2.

Precisamos cada organização, entrar em contato com as famílias, comissões municipais, lideranças, parlamentares, governadores e demais parceiros que acreditam e reconhecem a ação da ASA na construção de um Semiárido mais justo para as famílias.

Estamos fazendo vários contatos com pessoas e organizações que apoiam a ASA para juntos revertermos este quadro. Vamos fortalecer essa corrente de solidariedade e luta para continuarmos construindo um Semiárido mais justo para os homens e mulheres da região.

Estamos lutando com toda a nossa força e conclamamos todos e todas a construirmos o enfrentamento e a defesa de nosso Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido.


Coordenação Executiva



Essa parceria vinha sendo desenvolvida desde o último governo de Fernando Henrique Cardoso. O Governo Federal agora muda, sem explicações claras, a estratégia para trabalhar, através de um pacto federativo, incluindo como parceiros os estados e municípios, Esse agora é o caminho do governo federal, que sem dúvida, enfraquecerá a sociedade civil que vinha cumprindo um papel importante. O CEPFS, por exemplo havia sido selecionado em um certame da ASA Brasil para assumir, a partir de janeiro de 2012, uma Unidade Gestora Territorial do P1+2 - Programa de Formação e Mobilização Social para Convivência com o Semiárido: Segurança Alimentar e Soberania Alimentar através do Manejo Sustentável da Terra e das Águas na Região da Serra do Teixeira. Era uma possibilidade real de ampliar as ações complementares à projetos que já vem desenvolvendo na região, mas, com essa decisão provavelmente, não mais assumirá. Precisamos criar um movimento que vá além do território Nacional para mostrar a nova estratégia do governo Brasileiro e seus impactos, sobretudo, em relação a construção da cidadania e não apenas de cisternas ou de qualquer outra tecnologia. É importante divulgar ao máximo essa péssima posição do governo brasileiro que terá como conseqüência o enfraquecimento da sociedade civil e e fortalecimento de empreiteiras que passarão a usufruir dos recursos que poderiam gerar muitos mais resultados, como vinham gerando através da gestão participativa de várias organizações da sociedade civil através da ASA Brasil.


José Dias Campos

Coordenador Executivo/CEPFS

Empreendedor Social da Ashoka

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

CEPFS GANHA PRÊMIO DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL DA FORD

O CEPFS foi vencedor do Prêmio Ford de Conservação Ambiental, em sua 16a Edição, na categoria Negócios em Conservação. O anúncio se deu no final do Seminário sobre sustentabilidade da Ford, realizado ontem dia 05/12 no MAM, em São Paulo, com a seguinte programação: 14h15 Abertura oficial do seminário (Marcos de Oliveira); 14h30 “Materiais Alternativos” – Ricardo Munerato (gerente de engenharia avançada da Ford); 15h:30 Palestra Luiz Machado, coordenador nacional do Projeto de Combate ao Trabalho Escravo da ILO (International Labor Oranization); 16h30 “A Estratégia de Sustentabilidade da For” – John Vieira, diretor de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Segurança da Ford; 17h30 Início da Cerimônia de premiação com Anúncio e Discurso dos Ganhadores. Participaram do evento José Dias Campos e José de Anchieta Alves. É mais uma conquista importante obtida pelo CEPFS, em cuja qual, os atores sociais de destaque são as famílias e comunidades engajadas no trabalho de buscar formas de conviver com a realidade semiárida, aprofundando caminhos harmoniosos com o meio ambiente. É mais um momento importante em que o nome de Teixeira vai para o cenário nacional com algo positivo. Os que fazem o CEPFS têm a satisfação e parabenizar todas as agricultoras e agricultores experimentadores da serra de Teixeira que vem abraçando esse importante trabalho como caminho para o desenvolvimento local.