sexta-feira, 10 de abril de 2015

CEPFS realiza oficina para implantação da tecnologia dos Banheiros Secos

Jéssica Freitas 
Comunicadora Popular/CEPFS


Área Experimental do CEPFS



O Centro de Educação Popular e Formação Social-CEPFS, realizou nesta quarta-feira (08/04), em sua área experimental, na comunidade Riacho das Moças, em Matureia, uma oficina sobre banheiros secos para agricultores e agricultoras que conquistaram tecnologias sociais através do projeto Convivência com a Realidade Semiárida, financiado pela Fundação Interamericana-IAF.

A oficina foi ministrada pelo engenheiro mecânico, Luciano Tommasi, técnico do CEPAGRO, de Florianópolis, Santa Catarina. Entre teoria e prática, ele repassou informações essenciais para a montagem adequada de um Banheiro Seco. “Nesse primeiro contato com o pessoal daqui de Teixeira, na Paraíba, eu achei que a questão da conservação da água, que é o foco principal do banheiro seco, está bem consciente nas pessoas, e esse é um dos motivos para que essa tecnologia se encaixe bem com todas as outras tecnologias de gerenciamento dos recursos hídricos. Acho que tem tudo para avançar bem!”, comenta.

Os Banheiros Secos são estruturas que utilizam o processo da compostagem dos resíduos sólidos, dispensando o uso de água para a descarga. Outra vantagem é que os usuários não dependem de uma rede de coleta e tratamento de esgotos, a tecnologia transforma os resíduos que seriam poluentes, em fertilizantes naturais que podem ser usados no adubo de plantações nas propriedades.

“O interesse pela construção dos banheiros secos foi primeiro por uma questão pessoal, para resolver um problema de saneamento de onde a gente morava. Eu moro na beira de uma lagoa e realmente era muito difícil de cavar para fazer uma fossa. Então para resolver meu problema pessoal eu comecei a pesquisar sobre banheiros secos depois, trabalhando no CEPAGRO eu vi que os agricultores tinham uma necessidade desse saneamento. Foi aí que surgiu a demanda nossa para começar a construir banheiros secos”, relata Luciano.

Em um cenário onde a necessidade do uso consciente da água e o cuidado com a qualidade dos solos estão cada vez mais evidentes, os Banheiros Secos representam uma alternativa de grande valor sustentável para a convivência com o Semiárido. O projeto executado pelo CEPFS beneficiará 12 famílias, dos municípios de Cacimbas e Teixeira, além de uma unidade demonstrativa que será implantada na área experimental do CEPFS.

Para Manoel Bernardino de Araújo, da comunidade Catolé da Pista, em Teixeira, o banheiro seco representa a tecnologia do futuro “Nós aqui estamos vendo que esse vai ser o banheiro do futuro. É uma boa nova e o benefício é muito grande, em todos os sentidos, só é preciso que a gente aprenda a manejar ele corretamente”, comenta.


segunda-feira, 6 de abril de 2015

RESOLUÇÃO

RESOLUÇÃO N° 001/2015 DE 06 DE ABRIL DE 2015


DISPÕE SOBRE A CONTITUIÇÃO DA EQUIPE QUE IRA COMPOR A COMISSÃO PERMANENTE DE COMPRAS, PARA ATUAR NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE MANEJO DA AGROBIODIVERSIDADE: PROGRAMA SEMENTES DO SEMIARIDO, CONFORME CONTRATO CELEBRADO ENTRE O CEPFS E A ASSOCIAÇÃO PROGRAMA UM MILHÃO DE CISTERNAS – AP1MC, A PARTIR DO CONTRATO 13.2.0898.2, CELEBRADO ENTRE A ASSOCIAÇÃO PROGRAMA UM MILHÃO DE CISTERNAS – AP1MC E O BNDES.
O COORDENADOR EXECUTIVO DO CEPFS, José Dias Campos, brasileiro, casado, bacharel em ciências econômicas, inscrito no CPF/MF sob o N° 339.372.304-91, portador da cédula de identidade N° 880.478 segunda via, SSP-PB, no uso de suas atribuições legais, outorgado pelo presidente do Conselho Diretor, de acordo com o Artigo 14 alínea “e” do ESTATUTO SOCIAL, resolve:
Art. 1°: Designar os membros, abaixo qualificados, para constituição da COMISSÃO PERMANENTE DE COMPRAS, para atuar nos processos de Compras e de Contratação de Obras e Serviços do Centro de Educação Popular e Formação Social-CEPFS, no âmbito do Programa de Manejo da Agrobiodiversidade: Programa Sementes do Semiárido, conforme contrato 032/2015 celebrado entre o CEPFS e a Associação Programa Um Milhão de Cisternas – AP1MC.
  1. Helycieria Nunes Xavier, brasileira, solteira, Auxiliar Administrativo, portadora do RG N° 3.105.604 SSP – PB e CPF/MF N° 057.566.304-90
2.     Maria da Conceição da Costa e Silva, brasileira, solteira, Auxiliar Administrativo, portador do RG N° 3.264.505 SSP-PB e CPF/MF N° 069.366.334-04
3.     Marcos Sales dos Santos, brasileiro, casado, Técnico em Agropecuária, portador do RG N0 05.669.822-42 -  SSP BA e CPF/MF N0 914.346.295-20
Art. 2°. Nas faltas ou impedimentos de algum Membro da Equipe desta Comissão, fica designado como Suplente o Senhor, Joilton Marinho Soares brasileiro, casado, portador do RG N° 2.551.897 SSP – PB e CPF/ MF N°  039.939.684-50
Art. 3° O mandato das funções referentes aos artigos 1° e 2° desta resolução será de 14 meses sem prejuízo das atribuições normais de cada um dos membros.
Teixeira – PB, 06 de abril de 2015.

José Dias Campos

Coordenador Executivo/CEPFS 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Estudantes estagiam na área experimental do Centro de Educação Popular e Formação Social

Estudantes do curso técnico em Agroecologia, promovido pelo Serviço de Tecnologia Alternativa – SERTA, estagiam durante uma semana a cada mês, na área experimental do Centro de Educação Popular e Formação Social – CEPFS, localizada no sítio Riacho das Moças, município de Maturéia.

Na área, os estudantes já fizeram o roço do mato, podaram as plantas e recuperaram as curvas de nível.  Nos próximos estágios, eles farão o plantio de mudas medicinais, constituindo uma farmácia viva, além da construção de escada para acesso ao lajedo de captação de água usando pneus.

A área experimental tornou-se um espaço inspirador para alunos, professores, técnicos de ONGs, lideranças comunitárias, agricultores e agricultoras que buscam referenciais para o desenvolvimento de tecnologias sociais de convivência com o Semiárido. No local são realizadas visitas de intercâmbio e atividades de formação.

Os estagiários relataram suas impressões sobre o local: “Aqui colocamos em prática aquilo que aprendemos na escola técnica. O que mais me chama a atenção na área experimental, são as formas de captação e uso da água, acho impressionante! A segurança hídrica é uma das principais iniciativas que deve existir numa propriedade, aqui temos um bom referencial para isto”, relatou José Júnior.

Vaniery Ferreira, enfatizou sobre a construção de um novo olhar sobre a vegetação da caatinga: “Antigamente eu olhava a mata e não conseguia enxergar a riqueza que existia ali. Hoje é diferente, vejo vários tipos de plantas, pássaros, uma diversidade de elementos que compõe a natureza”.

Alexandro Catanduba, destacou: “A propriedade é modelo de preservação ambiental, e o resultado disso é a presença de várias espécies de plantas e pássaros.

Para Maria Ronieuda, o verde das plantas em plena estiagem, mostra o potencial da região “Aqui tudo está verde em plena estiagem, nossas propriedades também podem ficar assim, a partir da implantação de tecnologias de captação de água como existe aqui. Nossos colegas de sala estão maravilhados com este local, vêem as fotos que a gente publica no facebook e comentam sobre a beleza do lugar.”

José Junior, concluiu: “A grande mídia não divulga este sertão verde que estamos vendo aqui, pois prefere mostrar o outro lado, de seca e miséria”.

Maria Lúcia relatou sobre as práticas equivocadas que desenvolvia em sua propriedade e sobre os motivos que levaram ao seu ingresso no curso em Agroecologia.“Antigamente, eu fazia carvão, acabei com a mata que existia na minha terra. Também trabalhei muito em plantio, passava o dia com dor de cabeça e mal estar, por conta do veneno. Às vezes eu chegava em casa e dizia: eu não vou mais trabalhar com veneno! Mas a necessidade obrigava. Só parei porque a estiagem acabou com os plantios. Me conscientizei sobre a importância da Agroecologia através da participação em reuniões e encontros de formação, isso também me motivou a fazer o curso em Agroecologia ”.

O estágio está sendo acompanhado por técnicos do CEPFS, que executam as atividades do projeto Agroecologia Gerando Renda e Promovendo Cidadania na Serra de Teixeira, patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobrás Socioambiental.


segunda-feira, 23 de março de 2015

Encontro Territorial do P1+2 reúne agricultores e agricultoras de Teixeira, Matureia e Imaculada

Jéssica Freitas 
Comunicadora Popular/CEPFS



Nos dias 19 e 20 de Março, agricultores e agricultoras se reuniram na área experimental do Centro de Educação Popular e Formação Social (CEPFS), localizada na comunidade Riacho das Moças, em Matureia, para o Encontro Territorial do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Estiveram presentes, representantes de comunidades rurais dos municípios de Imaculada, Teixeira e Matureia, que conquistaram implementações através do programa.

Durante o encontro, os participantes apontaram avanços, desafios e perspectivas sobre o P1+2, o coordenador José Rego Neto, realizou uma apresentação do trabalho desenvolvido pelo CEPFS e sua missão enquanto entidade comprometida com ações práticas e educativas para a convivência com a realidade semiárida. Em seguida, a estrutura e organização de execução do programa, apontando dados de implementações nos municípios.

O agricultor Damião, (Abelha) ficou satisfeito com a apresentação detalhada de números de implementações nos três municípios de atuação. “Não sabia que existiam tantas implementações. Hoje eu posso dizer que saio daqui sabendo muito mais do que quando cheguei”, comentou Damião Mendonça, presidente da associação na comunidade Costa, em Teixeira.

O caráter produtivo, que acompanha a implementação das famílias agricultoras foi um ponto em destaque no encontro. O CP tem o objetivo de potencializar a produção das famílias através da construção de estruturas como um galinheiro, um canteiro econômico ou uma pocilga.

O encontro territorial também teve caráter avaliativo, os agricultores e agricultoras apresentaram suas opiniões sobre a execução e a importância do P1+2 para suas comunidades e municípios. Os avanços foram superiores aos desafios, o que é um aspecto considerado positivo para uma avaliação da execução do programa.









terça-feira, 17 de março de 2015

Com cisternas e barreiros cheios, agricultores comemoram a chegada das chuvas em Imaculada

Jéssica Freitas 

Comunicadora Popular/CEPFS




A água do barreiro já serve para matar a sede dos animais



De acordo com informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA), desde o início de março de 2015 foram registradas chuvas de aproximadamente 115 mm no município de Imaculada, sertão paraibano. A chegada das chuvas renova as esperanças dos agricultores e agricultoras que aguardam para iniciar as plantações.

Somente no último termo de parceria do Programa Uma Terra e Duas Águas -P1+2, iniciado em abril de 2014, foram construídas 101 implementações entre Barreiros-Trincheira, Cisternas Calçadão e Cisterna de Enxurrada no município. Com as implementações cheias, o clima é de pura alegria.

Na comunidade Riacho dos Negros, os agricultores Maria do Socorro Leite e Edmam Alves, conquistaram um Barreiro-Trincheira. Pouco tempo depois da construção, eles já comemoram a reserva de água concentrada na última chuva. O agente de campo Erivan dos Santos, fala sobre a satisfação dos agricultores ao ver sua implementação com bastante água. “Recebi uma ligação às 9h da noite, do agricultor Edmam, falando da satisfação pelo fato de ter juntado água no Barreiro, água essa, que já está servindo para matar a sede da sua pequena criação de bovinos”, relata.

Os agentes de campo exercem um importante papel nas instituições no que diz respeito a formação e a motivação das famílias. Seu trabalho vai além da mobilização social e acompanhamento das construções das implementações físicas. Diariamente, eles percorrem as comunidades conhecendo a realidade de cada agricultor e levam consigo experiências únicas de gratidão e de aprendizado.


quarta-feira, 4 de março de 2015

Agricultores e Agricultoras visitam experiência com Agrofloresta em São José do Sabugi - PB

Jéssica Freitas 

Comunicadora Popular/CEPFS


Comunidade Penedo - São José do Sabugi-PB
Em 26 e 27 de Fevereiro, agricultores e agricultoras de Imaculada (PB), que conquistaram implementações do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), participaram de visita de intercâmbio a propriedade da família do agricultor Iranildo, na comunidade Penedo, município de São José do Sabugi, na Paraíba.

Eles visitaram experiência de plantio de árvores nativas em consórcio com culturas agrícolas em torno da Barragem Subterrânea, sistema denominado Agroflorestamento. No local, foram adotadas ainda várias técnicas como a cerca viva, utilizando a palma e o pião. “Optamos por essa outra modalidade de palma, que é mais resistente a estiagem. O pião serve ainda de sustento, pois a palma cresce no seu entorno”, explica Iranildo.

A família plantou uma grande quantidade de pés de acerola, que são irrigadas através de gotejamento. Na boca dos canos, foram colocadas tampas de garrafas pets que regulam a saída da água de acordo com a necessidade das plantas. As frutas garantem uma produção durante todo o ano e geram renda através do acesso ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Seu Inácio, Dona Fátima, pais de Iranildo, apostaram junto com ele na comercialização de polpas de frutas que são produzidas em casa, em máquinas de beneficiamento adquiridas pela família.

Os agricultores e agricultoras conheceram ainda, a produção de mudas nativas, como o Trapiá e a Gliricídia, e frutíferas como a Acerola e o Maracujá, que são comercializadas e também trocadas com famílias que visitam a propriedade. As experiências da família são um exemplo de alternativa de convivência para as demais propriedades. Ao longo do entorno de casa, podem ser encontrados pés de Calaçu, Sabonete, Canafista e Carnaúba.

Uma das experiências que mais encantaram os visitantes foi a técnica de reaproveitamento de águas servidas. Foram enterrados pneus que servem de valas e impedem que a água se espalhe pela propriedade, fazendo uma impermeabilização. Ela é redirecionada para as fruteiras.

A criação animal também é mantida de forma sustentável e diversificada. São criados bovinos, aves e ovinos. O esterco animal é reaproveitado para adubar as árvores, que por sua vez, tem a folhagem utilizada na compostagem do solo e na produção de silagem para alimentar os animais. “Muitos agricultores não dão a importância devida ao esterco animal de suas propriedades, acabam vendendo para o comércio e perdem uma grande riqueza de adubo para suas hortas e outras plantações”, comentou Iranildo.

terça-feira, 3 de março de 2015

Famílias beneficiadas com a tecnologia Sistema de Boia se reúnem em oficina sobre produção agroecológica

No dia 26 de fevereiro, o Centro de Educação Popular e Formação Social (CEPFS), realizou em sua área experimental, no sítio Riacho das Moças, Maturéia, uma oficina sobre Produção Agroecológica.  A atividade contou com a participação de famílias beneficiadas com a tecnologia Sistema de Boia para Lavagem do Telhado, pelo projeto Agroecologia Gerando Renda e Promovendo Cidadania na Serra de Teixeira, patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.

Na oportunidade, os beneficiários discutiram sobre a importância do Sistema de Bóia para a garantia de água de qualidade para o consumo humano. Também trocaram idéias de como pretendem utilizar a água quem lava o telhado, armazenada no reservatório. A fim de reforçar a importância do Sistema de Bóia foi exibido o vídeo “Convivência com a Realidade Semiárida Promovendo o Acesso a Água Solidariedade e Cidadania”, que mostra o funcionamento e a utilidade da tecnologia.

Durante a oficina enfatizou-se sobre a Agroecologia a fim de perceber o entendimento dos participantes. Nas falas agricultores e agricultoras evidenciaram que desenvolvem práticas agroecológicas em suas propriedades e que o projeto veio reforçar estas iniciativas.

O estudante do curso técnico em Agroecologia, José de Souza Leite Junior, falou de sua compreensão “praticar a Agroecologia é imitar o que a natureza faz. Não vemos a natureza destruindo ela própria!” Destacou. A partir das intervenções dos participantes concluiu-se que praticar a Agroecologia é produzir alimentos de forma natural e sustentável.

Discutiu-se também sobre os cuidados com os arredores de casa, enfatizando sobre o descarte e aproveitamento do “lixo” doméstico. Os presentes falaram sobre as estratégias de aproveitamento dos resíduos sólidos, dentre os exemplos citados destaca-se: a utilização de garrafas pet para construção e plantio de canteiros, como também para armazenamento de água e sementes.

Sobre a comunicação do projeto Agroecologia Gerando Renda e Promovendo Cidadania na Serra Teixeira foi esclarecido sobre as atividades e materiais de comunicação que estão propostos no projeto.  Neste momento foram mostrados calendários e agendas, que foram produzidos com a intenção de divulgar as experiências bem sucedidas de famílias apoiadas pelo projeto. Alguns participantes que tiveram suas experiências divulgadas nos materiais ficaram bastante satisfeitos ao verem suas fotos divulgadas.

Ao final da atividade, durante o momento de avaliação, o agricultor Sebastião Martins (86 anos) da comunidade Riacho Verde, Teixeira, falou sobre a importância dos projetos voltados para a promoção da melhoria da qualidade de vida dos sertanejos e lembrou momentos difíceis vivenciados nos períodos de estiagens. “Antigamente na época da estiagem as pessoas se reuniam em mutirão para cavar cacimbas, mas a água não era de boa qualidade, sapos e guarás tinham acesso a água. A chegada de projetos como este facilitou e melhorou muito a vida de quem mora nessa região”, relatou o agricultor.

A oficina foi encerrada com a entrega de agendas e calendários para os participantes que também solicitaram os referidos materiais para  presentear parentes e amigos de suas comunidades.

Para Adailson Vital, agente educador, a participação de pessoas de diferentes faixas etárias na oficina foi bastante positiva: “tivemos a participação de jovens, adultos e idosos. Essa diferença de faixa etária propiciou um momento rico de troca de conhecimento e experiências entre os participantes”. Concluiu